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domingo, 21 de setembro de 2014

A revista epoca destaca o poder do voto evangélico

Como a identificação de Marina Silva com o influente eleitorado evangélico poderá ser o fator de desequilíbrio numa disputa acirrada

O PÚLPITO como palanque Marina em encontro com evangélicos, na campanha de 2010. Ela é a preferida dos fiéis (Foto: Frankie Marcone/Futura Press)
O PÚLPITO
como palanque Marina em encontro com evangélicos, na campanha de 2010. Ela é a preferida dos fiéis (Foto: Frankie Marcone/Futura Press)
Vários sinais contundentes mostraram, no fim de agosto, como as questões morais, de cunho religioso, passaram a guiar os políticos brasileiros – com uma força que só encontra paralelo, entre as grandes democracias ocidentais, com o que ocorre hoje nas campanhas políticas nos Estados Unidos. Um dia depois de lançar seu programa de governo, a candidata Marina Silva (PSB), hoje favorita a conquistar o Palácio do Planalto, depois de pressionada nas redes sociais pelo pastor Silas Malafaia, um dos líderes da Assembleia de Deus, voltou atrás numa série de compromissos. O primeiro dizia respeito à união civil homossexual. Marina é a favor – e reafirmou isso em vários programas de televisão ao longo da semana. Mas não queria que a união civil constasse, em seu programa de governo, com o nome de “casamento”, um sacramento religioso. O segundo ponto dizia respeito à lei que torna a homofobia um crime, defendida na primeira versão de seu programa. Essa lei já foi rejeitada no Senado. Religiosos alegaram na ocasião que ela não dizia com clareza se dogmas pregados nos templos, sem intenção ofensiva, poderiam ser classificados como “homofobia”.
O poder do voto evangélico (Foto: época )
Com a atitude, Marina ganhou o aplauso dos religiosos. “Ela teve coerência. Tem coisa que o candidato promete e não dá para fugir”, diz Malafaia. “Tínhamos dificuldades para falar com ela, porque ela dava respostas para agradar a gregos e troianos”, afirma o pastor Marco Feliciano, deputado federal pelo PSC de São Paulo. Feliciano é execrado pelo movimento LGBT, por ter defendido, na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, o projeto da “cura gay”. “No momento em que Marina teve de se decidir de fato, ela se colocou como uma cristã de verdade”, diz ele. Marina atribuiu o vaivém a um “erro no processo de editoração” de seu programa. Percebendo um flanco para atacar contradições da rival, a presidente Dilma abraçou a defesa da lei contra a homobofia – embora ela tenha  recuado na decisão de distribuir material didático a favor da tolerância sexual, tachado como “kit gay” pelas lideranças evangélicas.
O recuo de Marina choca os marineiros “sonháticos”, mas, de um ponto de vista estritamente eleitoral, faz sentido. Embora conserve o título de país com o maior número de católicos do mundo, o Brasil avança com rapidez para se tornar uma nação mais evangélica. Em dez anos, os evangélicos passaram de 15,4% da população para 22,2%, um total de 42,3 milhões. Com 22% do eleitorado, somam hoje quase 27 milhões de votos. Embora Marina Silva não seja da bancada evangélica e, em sua carreira política, tenha sempre defendido valores laicos, a maioria dos evangélicos vota nela – 43%, contra 32% de Dilma, segundo a pesquisa do Ibope divulgada na semana passada. Um outro dado da mesma pesquisa, que passou despercebido, explica ainda melhor por que é tão importante para um candidato à Presidência não se indispor contra os valores religiosos. De forma geral, os candidatos evangélicos se opõem – com diferentes nuances de tolerância – ao casamento gay, a mudanças na lei da interrupção da gravidez e à liberação das drogas. A pesquisa do Ibope mostrou que a maior parte dos brasileiros, independentemente de religião, pensa como os evangélicos: 79% são contra o aborto; 79%, contra a liberação da maconha; e 53%, contra o casamento gay. A mesma pesquisa revela que 75% dos brasileiros são a favor do Bolsa Família. Isso significa que, se é majoritariamente a favor de políticas sociais, a sociedade brasileira é conservadora em temas ligados a família e comportamento.  

Os evangélicos não querem saber da independência do Banco Central ou não. Eles votam no irmão"
CESAR ROMERO JACOB, CIENTISTA POLÍTICO
A influência crescente dos evangélicos deverá ser ainda mais decisiva nas eleições deste ano por causa da chegada de Marina, missionária da Assembleia de Deus, à condição de protagonista da disputa. Com sua religiosidade, seus trajes comportados, seu cabelo comprido disfarçado com um coque e seus discursos em tom de pregação, seduz os evangélicos e seus pastores, que sonham com um irmão de fé na Presidência. “Existe um projeto de poder dos pastores pentecostais: aumentar a bancada dos evangélicos e chegar à Presidência”, afirma o cientista político Cesar Romero Jacob, da PUC do Rio de Janeiro, estudioso das eleições presidenciais. Se eleita, Marina será a primeira presidente do país filiada a uma denominação pentecostal, o ramo mais numeroso dos evangélicos (o Brasil teve antes dois presidentes protestantes de outras denominações: o presbiteriano Café Filho e o luterano Ernesto Geisel).
 
AJOELHOU E REZOU Dilma, na inauguração do Templo de Salomão, da Universal. Em busca do voto evangélico, ela pede orações (Foto: Divulgação)

A identidade religiosa de Marina a ajuda a obter votos entre os evangélicos. Pesquisa do Ibope mostra que, em duas semanas, Marina foi quem mais cresceu no segmento: de 37% para 43% do eleitorado evangélico. Dilma foi de 27% para 32% e Aécio caiu de 17% para 10%. Segundo o Ibope, se o segundo turno fosse agora, Marina seria eleita presidente graças, sobretudo, ao voto dos eleitores evangélicos. Na média, 53% dos eleitores de denominações evangélicas declaram voto em Marina, ante apenas 33% que dizem preferir Dilma. Entre os católicos, Marina e Dilma aparecem empatadas com 43% na simulação de segundo turno.
 
Brasil conservador  (Foto: Época)
A despeito de os católicos serem o maior contingente do eleitorado (63%), seu impacto no resultado da eleição é mínimo como grupo religioso. Não é o caso dos evangélicos. Sua força eleitoral se deve à maior uniformidade do voto. Não é regra, mas, em geral, “crente vota em crente”. “Os evangélicos não querem saber da independência do Banco Central ou não. Eles votam no irmão”, diz Jacob, da PUC-Rio. Os evangélicos não votam como os católicos, espíritas, judeus, umbandistas. Demonstram com maior ênfase sua preocupação com os valores dos candidatos e as questões morais. “Os evangélicos obedecem mais às indicações de suas igrejas de votar nos pastores”, afirma o cientista político David Fleischer, da Universidade de Brasília.
A maior demonstração de que esse tipo de orientação é seguida se deu na eleição de 2002. No primeiro turno, Luiz Inácio Lula da Silva e José Serra foram os candidatos à Presidência mais votados, com 46,5% e 23,2% dos votos, respectivamente. O evangélico Anthony Garotinho, da Igreja Presbiteriana, ficou em terceiro, com 17,9%. Ao estudar o voto dos evangélicos para seu pós-doutorado na Universidade de São Paulo, a pesquisadora Simone Bohn encontrou um cenário bem diferente. “A maioria dos evangélicos (51,3%) afirmou ter votado em Garotinho”, diz Bohn em sua tese. Na disputa de 2010, o mesmo ocorreu com Marina, na ocasião no Partido Verde (PV). A unidade dos evangélicos no Brasil se reflete também na composição do Congresso. A bancada evangélica tem hoje 74 parlamentares, o ápice na história. Estivessem todos num partido, os evangélicos formariam a terceira maior legenda no Parlamento, atrás apenas de PT e PMDB. Nestas eleições, eles acreditam que poderão crescer ainda mais. “Esperamos eleger, no mínimo, 80 candidatos. Mas podemos chegar até a 120”, diz Malafaia.
>> As propostas de Marina sobre Direitos LGBT, Mulheres, Tecnologia e Meio Ambiente

Com os fiéis transformados em clientela eleitoral cativa, não é à toa que todos os candidatos assediam as igrejas evangélicas em busca de apoio. Dilma articula sua aproximação desde antes da chegada de Marina ao pleito. Em julho, uma reunião no Palácio da Alvorada definiu que ela teria uma agenda de encontros dela com lideranças evangélicas. Menos de uma semana depois, Dilma estava ao lado de Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, inaugurando o monumental Templo de Salomão, em São Paulo. Passaram-
se mais dez dias – e lá estava Dilma na Assembleia de Deus do Brás, novamente em São Paulo, num encontro de mulheres, pedindo orações. “Acredito naqueles que creem. Acredito no poder da oração. Não se esqueçam de orar por mim. Todos os dirigentes deste país dependem do voto do povo e da graça de Deus. Eu também”, disse.

No começo de julho, o candidato do PSDB, Aécio Neves, também visitou a Assembleia de Deus. O pastor José Wellington, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus, não declarou apoio a ele, ao contrário do que fez com José Serra em 2010. Apenas o levou a uma reunião com outros integrantes da igreja. No final de julho, Aécio compareceu à Celebração de Inverno do Ministério Sara Nossa Terra. Foi recebido pelo bispo Robson Rodovalho. Na semana passada, Rodovalho oficializou apoio a Marina. Ciente das dificuldades de capturar o voto evangélico, por causa de Marina e do candidato do PSC, o Pastor Everaldo, Aécio aposta mesmo no eleitorado católico.

Para seduzir os evangélicos, quanto mais conservador nos costumes o candidato se mostrar, maior é a chance de conquistar votos. “Nossa principal exigência é que o candidato esteja afinado com a defesa da família tradicional, a proibição do aborto e do casamento de pessoas do mesmo sexo”, afirma o pastor Lélis Washington Marinho, presidente do Conselho Político da Convenção Geral das Assembleias de Deus. É o maior e mais antigo ramo das Assembleias de Deus no Brasil, de que Marina faz parte (esse ramo diz ainda não ter escolhido candidato). No caso do aborto, Marina diz ser contra e defende um plebiscito para decidir a questão. Com essa posição, evita se indispor com eleitores de diferentes posições, ao mesmo tempo que aposta que o conservadorismo da maioria derrubará nas urnas a legalização. Parece ambíguo, mas é uma opção inteligente. Numa eleição disputadíssima, nenhum candidato poderá errar na conquista dos evangélicos.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Ibope aponta Marco Feliciano entre os primeiros em São Paulo

 Ibope aponta Marco Feliciano entre os primeiros em São Paulo
Pesquisa inédita realizada pelo Ibope sobre as intenções de votos para a Câmara dos Deputados pelo estado de São Paulo indica que o Pastor Marco Feliciano estará entre os mais votados no maior colégio eleitoral do país.
Confirmando o que havia sido apontado por especialistas, o candidato do Partido Social Cristão já aparece entre os cinco candidatos mais bem colocados na pesquisa. O líder assembleiano foi alçado ao top 5 após sua passagem pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.
Recordistas de votos em 2010, o palhaço Tiririca (PR) deve repetir o número expressivo. Além de Feliciano e Tiririca, Celso Russomanno (PRB), Paulo Maluf (PP) e Baleia Rossi (PMDB) também são apontados como puxadores de votos para as eleições de 2014.
Segundo a pesquisa apenas 12% dos paulistas sabem dizer em quem votarão para deputado. Feliciano deve arrematar um grande percentual dos votos evangélicos e um bom número de católicos conservadores, já que foi o parlamentar que mais lutou pela defesa dos valores morais.
O Partido Social Cristão conta hoje com apenas 2 deputados federais, mas se a pesquisa se confirmar o PSC poderá chegar a 5 caso o parlamentar repita o fenômeno de votos de Tiririca (PR-SP).
Em 2010 o parlamentar evangélico foi o 12º mais votado em São Paulo, com 211.839 votos válidos. Feliciano chegou a ser boicotado por líderes evangélicos no estado devido a influência e expressivo número de votos.

Gospel Prime

Malta condena resolução que proíbe religião na recuperação de drogados.

 O texto fala diretamente com entidades coordenadas por instituições religiosas
 http://dominuto.com.br/wp-content/uploads/2014/01/magno-malta-e1389879279116.jpg
O senador Magno Malta (PR-ES) resolveu usar seu espaço no Plenário para denunciar a decisão do Conselho Nacional de Políticas Sobre Drogas (CONAD) que quer impedir centros de recuperação de incluir religião no tratamento de usuários de drogas.
A decisão foi anunciada recentemente dizendo que os centros coordenados por entidades religiosas não poderão converter os internos para uma religião como condição para seguir o tratamento.
Magno Malta, que sustenta um centro de tratamento no estado Espírito Santo há 35 anos, ficou inconformado com a resolução principalmente quando o texto diz que o Governo Federal destina 85 milhões por ano para auxiliar essas entidades.
“Os meus internos comem da minha música, dos meus direitos autorais”, afirmou o senador que controla o projeto Bem Viver recuperando milhares de usuários de drogas em mais de três décadas.
Na visão do parlamentar a medida, que se dirige exclusivamente para entidades sustentadas por instituição religiosas, é uma medida bolivariana do atual governo que já tentou aprovar o aborto através de uma resolução e ainda aprovou a chamada lei da palmada.
Magno Malta desafiou que o governo mostrasse os usuários de drogas que foram recuperados por eles, dizendo que os conselhos de psicologia e medicina também não recuperam ninguém. “Sabe qual é o remédio? É Deus de manhã, Jesus meio-dia e o Espírito Santo de noite.”
O texto do CONAD, na visão do senador do PR, é uma forma de impedir que o nome de Jesus seja pregado. “Olha que coisa sutil, que coisa bolivariana, que coisa cubana!”, disse Magno Malta ao ler o trecho que fala diretamente para entidades religiosas que são sustentadas por fiéis.
“É mantido por contribuição de fiéis e eles ainda querem barrar!”. O senador não se conformou com o texto que afirma que incluir a religião no tratamento fere a laicidade do Estado. “Não fere a laicidade do Estado patrocinar a marcha gay, não? Não!”, falou.
O parlamentar aproveitou o momento para deixar o documento em seu site e pedir para que o maior número de pessoas acesse para entender o que querem fazer com as casas de recuperação de usuários de drogas, sendo que muitas delas usam a religião para tratar os internos que saem de lá “lavados no sangue de Jesus”.

Gospel Prime

domingo, 14 de setembro de 2014

TEMPLO SEDE DA ASSEMBLEIA DE DEUS EM JAÇANÃ ESTÁ EM FASE DE COBERTURA


A perseverança e a fé são ingredientes presentes na vida deste homem de nome José Jofe Danats e de sua esposa Missionária Betanea Dantas, ambos pastores da Assembleia de Deus em Jaçanã. O tão sonhado templo para acomodar toda a mebresia da igreja está se tornando realidade. Em breve estaremos trazendo a história que poucos conhecem, que será relatada pelo casal aguardem













JOVENS DA AD JAÇANÃ SE DIVERTEM EM PASSEIO RELIZADO NESTE SABADO.


Muita diversão quando estes jovens estão juntos, que Deus os abençoe.

JOVENS DA AD JAÇANÃ PARTCIPAM DE PRIMEIRO CELEBRAI EM SANTA CRUZ-RN



Na  noite deste sábado 13, jovens da AD JAÇANÃ partciparam do primeiro celebrai, um culto em ação de graças, e comemoração de mais uma primevera do Presbitero Munik.

O conjunto Adoradores de Cristo da AD JAÇANÃ, Ministerio de Lovor Diante do rei Jesus estiveram abrilhantando este momento com muito louvor e adoração ao nome de Jesus.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

O maior preconceito é contra quem? Pr. Silas responde


Veja esta matéria que o Pastor Silas Malafaia, traz sobre a questão do preconceito que ronda na sociedade e entorno do povo Evangélico

veja video Clique aqui

IEADERN: Edital do concurso para escolha do hino oficial do Centenário das Assembleias de Deus.

edital

Uma comissão formada por  cinco Pastores e um Evangelista, estarão na coordenação do hino do centenária, os candidatos deverão entregar seu material até o mês de setembro. conforme edital.

sábado, 6 de setembro de 2014

VEJA COMO É A VIDA DE UM POLITICO COMPROMISSADO COM DEUS.

Em sua conta do Tweeter, o pastor  e Deputado Federal Marcos Feliciano, relatou hoje dia 06 de setembro, por volta das 6:3o da manhã sua agenda. confira

Reuniões: 1ª/16hs Guarulhos; 2ª/20 hs vila Dalila; 3ª/1h Vigília em Guarulhos; 4ª/3hs vigília no Brás, agora Embarcando p/BH. Glória a Deus!


Volto as 17hs p/SP de lá para São Sebastião Glorifica Litoral hj as 20hs. Amanhã pela manhã no Brás com a noite em Pirituba

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Ibope: maioria dos eleitores é contra casamento gay, aborto e legalizar maconha

 Imagem: Divulgação/Montagem
Pesquisa Ibope revela que 79% dos eleitores brasileiros são contra a descriminalização da maconha, e apenas 17% a favor. Um placar semelhante envolve a questão do aborto: 79% são contrários à legalização e 16%, favoráveis. A maioria também rejeita o casamento gay: 53% a 40%. O tema da união entre homossexuais ganhou força na campanha eleitoral depois de a candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, alterar o capítulo de seu programa de governo que tratava do tema. Aproveitando-se da repercussão do caso, a presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) passou a defender a criminalização da homofobia em discursos.
Os homens são os que mais rejeitam o casamento entre pessoas do mesmo sexo: 58% deles são contra. Já entre as mulheres, são 49% contra e 44% a favor. Há faixas do eleitorado que são majoritariamente favoráveis à bandeira da comunidade gay: 51% entre os mais jovens, com idade entre 16 e 24 anos, e 55% entre os mais escolarizados, com curso superior. Já a legalização da maconha e do aborto não é defendida nem pelos mais jovens: 74% e 77%, respectivamente, são contrários.
A população está dividida em relação à pena de morte: 46% defendem a medida, e 49% a rejeitam. Já a redução da maioridade penal tem o apoio de oito em cada dez brasileiros. A pesquisa mostra ainda apoio significativo ao Bolsa Família, principal programa social do governo federal: 75% favoráveis e 22% contrários. Entre os que têm renda mensal de até um salário mínimo, a taxa de apoio chega a 90%. A privatização da Petrobras, bandeira levantada pelo candidato Pastor Everaldo (PSC), é rejeitada por 59% e aprovada por 22%.

Fonte: Veja   
 Verdade Gospel.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

TEMPLO SEDE DA AD JAÇANÃ EM FASE DE CONSTRUÇÃO.



A Assembleia de Deus em Jaçanã vem a 4 meses seguido, trabalhando para construir o Templo Sede, é que uma pessoa pedeiu para voltar outra vez.


 I                                        rmãos Marcos de Cleide e Jean

O PRÓXIMO DIA 30 A GRANDE CONCENTRAÇÃO DO IJATEC SERÁ EM NOVA FLORESTA-PB



ovens Evangélicos que fazem as Assembleias de Deus no Trairí Potiguar e Curimataú Paraibano, estarão em Nova Floresta numa grande concentração onde estará acontecendo o Congresso de mocidade da DA NOVA FLORESTA. Você é nosso convidado.

PROGRAMA SEMENTINHA DE CRISTO DA AD JAÇANÃ.


A Missionária Betanea Dantas em programa educativo com a as crianças. O programa ementinha de Cristo vai ao ar todos os domingos as 12h. Você pode ouvir na Radio Fm Flores 87,9 ou pelo www.radiofmfloresrn.com.br.


Fonte Blog do Edigar Abencoado

sábado, 23 de agosto de 2014

9ª PARTE DE: JESUS É DEUS?

Jesus é Deus?

Um legado

Então se Jesus não mentia em benefício próprio, talvez suas afirmações radicais fossem falsas a fim de deixar um legado. Porém a possibilidade de ser espancado e pregado em uma cruz teria rapidamente acabado com o entusiasmo da grande maioria das pessoas.

Aqui está outro fato assombroso. Se Jesus tivesse simplesmente rejeitado a afirmação de ser Filho de Deus, ele jamais teria sido condenado. Foi sua afirmação de ser Deus e sua relutância a rejeitá-la que fizeram com que ele fosse crucificado.

Se aumentar sua credibilidade e reputação histórica foi o que motivou Jesus a mentir, é preciso explicar como um filho de carpinteiro, proveniente de um pobre vilarejo da Judéia, pode ter previsto os eventos futuros que tornariam seu nome tão conhecido e importante no mundo todo. Como ele poderia saber que sua mensagem sobreviveria? Os discípulos de Jesus tinham fugido e Pedro o negou, o que não é exatamente a melhor ideia para deixar um legado religioso.

Os historicistas acreditam que Jesus mentiu? Estudiosos analisaram a vida e as palavras de Jesus para descobrir se há qualquer evidência de falhas em sua personalidade moral. De fato, mesmo os maiores céticos ficam espantados com a pureza ética e moral de Jesus.

De acordo com o historicista Philip Schaff, não há evidências, tanto na história da igreja quanto na história secular, de que Jesus tenha mentido sobre qualquer coisa. Schaff argumentou: “Como, em nome da lógica, senso comum e experiência, um homem enganador, egoísta e depravado poderia ter inventado e mantido de forma consistente, do início ao fim, a personalidade mais pura e nobre da história, com o mais perfeito ar de verdade e realidade?”[23]

Aceitar a possibilidade de que Jesus era um mentiroso iria em direção oposta a tudo aquilo em prol de que Jesus ensinou, viveu e morreu. Para a maioria dos estudiosos, essa opção simplesmente não faz sentido. Ainda assim, para negar as afirmações de Jesus, é preciso uma explicação. E se as afirmações de Jesus não são verdadeiras, e ele não estava mentindo, a única opção restante é de que ele estava enganando a si mesmo.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

8ª PARTE DE: JESUS É DEUS?

Jesus é Deus?

Benefício

Muitas pessoas mentiram em prol de ganhos pessoais. De fato, a motivação da maioria das mentiras é o benefício que as pessoas veem nelas. O que Jesus poderia querer ganhar ao mentir sobre sua identidade? A resposta mais óbvia seria o poder. Se as pessoas acreditassem que ele era Deus, ele teria um poder imenso (é por isso que muitos líderes antigos, como os imperadores romanos, afirmavam ser de origem divina).

O problema dessa explicação é que Jesus evitava qualquer tentativa de ser colocado no poder, em vez de castigar aqueles que abusam de tal poder e vivem suas vidas em busca dele. Além disso, ele estendia suas mãos para os rejeitados (prostitutas e leprosos), aqueles sem poder, criando uma rede de pessoas cuja influência era menor do que zero. De uma maneira que só pode ser descrita como bizarra, tudo aquilo que Jesus fez e disse ia em direção complemente oposta ao poder.

Se a motivação de Jesus era o poder, ele aparentemente teria evitado a cruz a todo custo. Ainda assim, em diversas ocasiões, ele disse a seus discípulos que a cruz era seu destino e sua missão. Como morrer em uma cruz romana poderia conceder poder a alguém?

A morte, obviamente, trás a devida atenção a qualquer coisa. E enquanto muitos mártires morreram em prol das causas que acreditavam, poucos estiverem dispostos a morrer por mentiras conhecidas. Com certeza todas as esperanças de ganhos pessoais de Jesus teriam acabado na cruz. Ainda assim, até seu último suspiro, ele não abriu mão de afirmar que era o único Filho de Deus. O estudioso do Novo Testamente, J. I. Packer, aponta que este título expressa a divindade pessoal de Jesus.[22]

7ª PARTE DE: JESUS É DEUS?

Jesus é Deus?

Jesus poderia estar mentindo?

Mesmos os maiores críticos de Jesus raramente o chamaram de mentiroso. Essa classificação não é compatível com os grandes ensinamentos sobre moral e ética de Jesus. Mas se Jesus não era quem afirmava ser, devemos pensar na possibilidade de que ele estava intencionalmente enganando a todos.

Uma das mais conhecidas e influentes obras políticas de todos os tempos foi escrita por Nicolau Maquiavel em 1532. Eu seu clássico, O príncipe, Maquiavel exalta o poder, o sucesso, a imagem e a eficiência acima da lealdade, da fé e da honestidade. De acordo com Maquiavel, não há problemas em mentir quando isso visa um fim político.

Poderia Jesus Cristo ter construído todo seu império com base em uma mentira simplesmente para obter poder, fama ou sucesso? De fato, os inimigos judeus de Jesus constantemente tentavam o expor como uma fraude ou um mentiroso. Eles o bombardeavam de perguntas, tentando fazer com que ele cometesse erros ou se contradissesse. Ainda assim, as respostas de Jesus eram de uma incrível consistência.

Assim, a questão que temos que fazer é: o que poderia motivar Jesus a tornar toda sua vida uma mentira? Ele ensinava que Deus não aceitava mentiras e hipocrisia, assim ele não poderia estar fazendo isso para agradar ao seu Pai. Ele certamente não mentiu em benefício de seus seguidores, uma vez todos, com exceção de um, foram martirizados em vez de renunciar seu Senhor (consulte “Os apóstolos acreditavam que Jesus era Deus?”  Assim, nos restam apenas duas possíveis explicações, ambas as quais são problemáticas.

O Globo

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

6ª PARTE DE : JESUS É DEUS?

Jesus é Deus?

Que tipo de Deus?


Alguns dizem que Jesus afirmava ser apenas uma parte de Deus. Porém a ideia de que todos nós fazemos parte de Deus e de que dentro de nós está a semente da divindade simplesmente não é um sentido possível para as palavras e ações de Jesus. Tais pensamentos são revisionistas e não condizem com seus ensinamentos, suas crenças e com o entendimento de seus ensinamentos por parte de seus discípulos.

Jesus ensinou que ele era Deus do modo que os judeus entendiam Deus e que as Escrituras Hebraicas retratavam Deus, e não do modo que o movimento da Nova Era entendia Deus. Nem Jesus nem seu público conheciam Star Wars, então quando falavam de Deus, eles não estavam falando de forças cósmicas. Trata-se simplesmente de uma má história para redefinir o que Jesus queria dizer com o conceito de Deus.

Lewis explica:

Vamos esclarecer isso. Entre panteístas, como os indianos, qualquer pessoa poderia dizer que é parte de Deus, ou um com Deus… Porém este homem, por ser judeu, não poderia dizer que era esse tipo de Deus. Deus, em seu idioma, significava Estar fora do mundo, aquele que criou o mundo e era infinitamente diferente de qualquer outra coisa. Ao entender isso, você verá que o que esse homem disse, de forma muito simples, foi a coisa mais chocante jamais dita por um homem.[19]

Com certeza existem aqueles que aceitam Jesus como um grande professor, porém ainda recusam chamá-lo de Deus. Como deísta, sabemos que Thomas Jefferson não tinha problemas para aceitar os ensinamentos morais e éticos de Jesus e ao mesmo tempo rejeitar sua divindade.[20] Porém como já dito, se Jesus não era quem afirmava ser, então é preciso analisar outras possibilidades, nenhuma das quais faria dele um grande professor moral. Lewis disse: “Estou tentando impedir que qualquer um diga a coisa mais insensata, que as pessoas dizem frequentemente, sobre Ele: ‘Aceito Jesus como um grande professor moral, porém não aceito as afirmações de que ele era Deus’. É exatamente isso que não podemos dizer”.[21]

Em sua missão em busca da verdade, Lewis sabia que não era possível aceitar as duas identidades de Jesus. Ou Jesus era quem ele afirmava ser, a encarnação de Deus, ou suas afirmações eram falas. Se fossem falsas, Jesus não poderia ter sido um grande professor moral. Ele estaria mentindo de propósito ou teria sido um lunático com um complexo de Deus.

o GLOBO

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

5ª PARTE DE : JESUS É DEUS ?

Jesus é Deus?

Jesus afirmou ser o Deus de Abraão e Moisés?

Jesus continuamente fazia referência a si mesmo de formas que confundiam seus ouvintes. Como aponta Piper, Jesus fez uma afirmação audaciosa, “Antes de Abraão nascer, EU SOU.”[11] Ele falou a Marta e a outros ao seu redor: “EU SOU a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá.”[12] Da mesma forma, Jesus fazia afirmações como, “EU SOU a luz do mundo”[13], “EU SOU o único caminho para Deus”[14] ou “EU SOU a ‘verdade’[15]. Essas e muitas outras de suas afirmações começavam coma as palavras sagradas para Deus, “EU SOU” (ego eimi).[16] O que Jesus quis dizer com tais afirmações e qual é a importância do termo “EU SOU”?

Mais uma vez, precisamos voltar ao contexto. Nas Escrituras Hebraicas, quando Moisés perguntou a Deus Seu nome na sarça ardente, Deus respondeu: “EU SOU”. Ele estava revelando a Moisés que Ele era o único Deus atemporal e que sempre existiu. Incrivelmente, Jesus estava usando essas palavras sagradas para descrever a si mesmo. A questão é: “Por que”?

Desde os tempos de Moisés, nenhum praticante do judaísmo jamais se referiria a si mesmo ou a qualquer outra pessoa usando “EU SOU”. Com resultado, as afirmações de “EU SOU” de Jesus enfurecerem os líderes judaicos. Certa vez, por exemplo, alguns líderes explicaram a Jesus por que estavam tentando matá-lo: “Porque você é um simples homem e se apresenta como Deus”.[17]

O uso do nome de Deus por parte de Jesus deixou os líderes religiosos muito enfurecidos. A questão é que esses estudiosos do Antigo Testamento sabiam exatamente o que ele estava dizendo: ele afirmava ser Deus, o Criador do universo. Somente essa afirmação poderia ter resultado na acusação de blasfêmia. Ao ler o texto, é claro entender que Jesus afirmava ser Deus, não simplesmente por suas palavras, mas também pelas reações a essas palavras.

C.S. Lewis inicialmente considerava Jesus um mito. Porém esse gênio da literatura, que conheci os mitos muito bem, chegou à conclusão de que Jesus tinha de ter sido uma pessoa real. Além disso, conforme Lewis investigava as evidências sobre Jesus, ele se convenceu que Jesus não somente era real, mas também era diferente de qualquer outro homem da história. Lewis escreveu:

“E aí que vem o verdadeiro choque. Entre esses judeus, de repente surge um homem que começa a falar como se Ele fosse Deus. Ele diz perdoar os pecados. Ele diz que Ele sempre existiu. Ele diz que Ele está vindo para julgar o mundo no final dos tempos”.[18]

Para Lewis, as afirmações de Jesus eram simplesmente muito radicais e profundas para terem sido feitas por um simples professor ou líder religioso.
O Globo

terça-feira, 19 de agosto de 2014

4ª PARTE DE JESUS É DEUS?

Jesus é Deus?

Jesus afirmou ser Deus?

Então o que convence muitos estudiosos de que Jesus afirmou ser Deus? O autor John Piper explica que Jesus reivindicou poderes que pertenciam exclusivamente a Deus.
“… os amigos e inimigos de Jesus ficavam espantados constantemente com suas palavras e ações. Ao andar pelas estradas, aparentando ser uma pessoa qualquer, ele virava e dizia coisas como “Antes de Abraão nascer, Eu Sou” ou “Quem me vê, vê o Pai”. Ou, com muita calma, depois de ser acusado de blasfêmia, ele dizia: ‘O Filho do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados’. Para os mortos ele simplesmente dizia ‘Apareçam’ ou ‘Ergam-se’. E eles obedeciam. Para as tempestades ele dizia ‘Acalmem-se’. E para um pedaço de pão ele dizia ‘Transforme-se em mil refeições’. E tudo acontecia imediatamente”.[7]
Mas o que Jesus realmente queria dizer com tais afirmações? É possível que Jesus tenha sido meramente um profeta como Moisés, Elias ou Daniel? Mesmo uma leitura superficial dos Evangelhos nos mostra que Jesus afirmou ser mais do que um profeta. Nenhum outro profeta fez afirmações desse tipo sobre si mesmo, de fato nenhum outro profeta jamais se colocou no lugar de Deus.
Alguns dizem que Jesus jamais disse explicitamente “Eu sou Deus”. É verdade que ele jamais disse exatamente as palavras “Eu sou Deus”. No entanto, Jesus também nunca disse explicitamente “Eu sou um homem” ou “Eu sou um profeta”. Ainda assim, Jesus foi sem dúvida humano, e seus seguidores o consideravam um profeta como Moisés ou Elias. Assim, não podemos rejeitar o fato de que Jesus era uma divindade somente pelo fato dele não ter dito exatamente essas palavras, assim como não podemos dizer que ele não era um profeta.
De fato, as afirmações de Jesus sobre si mesmo contradizem a noção de que ele era simplesmente um grande homem ou um profeta. Em mais de uma ocasião, Jesus chamou a si mesmo de Filho de Deus. Quando questionado se acreditava na possibilidade de Jesus ter sido o Filho de Deus, o vocalista da banda U2, Bono, respondeu:
“Não, não é improvável para mim. Veja bem, a resposta secular para a história de Cristo é sempre esta: ele era um grande profeta, claramente uma pessoa muito interessante e com muitas coisas a dizer, assim como outros grandes profetas como Elias, Maomé, Buda ou Confúcio. Porém na verdade Cristo não deixava você fazer isso. Ele não o isentava das responsabilidades. Cristo dizia: ‘Não, não estou dizendo que sou um professor, não me chame de professor. Não estou dizendo que sou um profeta. … Estou dizendo que sou a encarnação de Deus’. E as pessoas dizem: Não, não, por favor, seja apenas um profeta. Um profeta nós podemos aceitar.”[8]
Antes de analisarmos as afirmações de Jesus, é importante entendermos que essas afirmações foram feitas no contexto da crença judaica em um único Deus (monoteísmo). Nenhum Judeu fiel acreditaria em mais de um único Deus. E Jesus acreditava no Deus único, orando para seu Pai como “o único Deus verdadeiro”.[9]
Mas na mesma oração, Jesus falou sobre ter sempre existido com seu Pai. E quando Filipe pediu a Jesus para que ele lhe mostrasse o Pai, Jesus disse: “Você não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? Quem me vê, vê o Pai.”[10] Assim a pergunta é: “Jesus afirmava ser o Deus hebraico que criou o universo?

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

VEJA A 3ª PARTE DE : JESUS É DEUS?

Jesus é Deus?

Grande líder religioso?

Surpreendentemente, Jesus jamais afirmou ser um líder religioso. Ele nunca se envolveu com políticas religiosas ou promoveu agressivamente suas causas, além de atuar quase sempre fora de locais religiosos.
Ao comparar Jesus com outros grandes líderes religiosos, uma notável distinção aparece. Ravi Zacharias, que cresceu na cultura hindu, estudou religiões do mundo todo e notou uma diferença fundamental entre Jesus Cristo e os criadores de outras grandes religiões.
“Em todos esses, existe uma instrução, um modo de viver. Não é Zaratustra quem você consulta, é Zaratustra quem você escuta. Não é Buda que o liberta, são as Nobres Verdades que o instruem. Não é Maomé que o transforma, é a beleza do Corão que o lisonjeia. No entanto, Jesus são somente ensinou ou expôs sua mensagem. Ele era a sua própria mensagem”.[5]
A verdade na afirmação de Zacharias é ressaltada pelas diversas vezes nos Evangelhos em que os ensinamentos de Jesus foram simplesmente “Venha a mim”, “Siga-me” ou “Obedeça-me”. Além disso, Jesus deixou claro que sua principal missão era perdoar os pecados, algo que somente Deus poderia fazer.
Em As maiores religiões do mundo, Huston Smith apontou: “Somente duas pessoas surpreenderam tanto seus contemporâneos a ponto de provocarem a pergunta ‘O que é ele?’ em vez de ‘Quem é ele?’. Essas duas pessoas foram Jesus e Buda. As respostas de Jesus e Buda para essa pergunta foram exatamente opostas. Buda disse claramente que ele era um simples mortal, e não um deus, quase que como se estivesse prevendo futuras tentativas de adoração. Jesus, por outro lado, afirmou… ser divino.”[6]
E isso nos leva à questão do que Jesus realmente afirmou sobre si mesmo: Jesus afirmou ser divino?
O globo

domingo, 17 de agosto de 2014

Veja a segunda parte sobre: Jesus é Deus? 2ª PARTE

Jesus é Deus?

Grande professor de moral?

Mesmo os membros de outras religiões acreditam que Jesus foi um grande professor de moral. O líder indiano Mahatma Gandhi falava muito bem sobre a integridade e as palavras sábias de Jesus.[1]
Da mesma forma, o estudioso judeu Joseph Klausner escreveu, “Admite-se mundialmente… que Cristo ensinou a ética mais pura e sublime… que joga nas sombras os preceitos e as máximas morais dos mais sábios homens da antiguidade.”[2]
O Sermão do Monte de Jesus foi considerado o maior de todos os ensinamentos sobre ética humana já feito por uma pessoa. De fato, muito do que conhecemos atualmente como “direitos iguais” é resultado dos ensinamentos de Jesus. O historicista Will Durant, que não é cristão, disse a respeito de Jesus: “Ele viveu e lutou persistentemente por ‘direitos iguais’, e nos tempos modernos teria sido mandado para a Sibéria. ‘O maior dentre vós será vosso servo’ é a inversão de toda a sabedoria política, de toda a sanidade.”[3]
Muitos, como Gandhi, tentaram separar os ensinamentos de Jesus sobre ética de suas afirmações a respeito de si mesmo, acreditando que ele era simplesmente um grande homem que ensinava grandes princípios morais. Essa foi a abordagem de um dos Pais Fundadores dos Estados Unidos, o presidente Thomas Jefferson, que editou uma cópia do Novo Testamento retirando as partes que considerava que se referiam à divindade de Jesus e deixando as partes a respeito do ensinamento morais e éticos.[4] Jefferson carregava consigo essa versão editada do Novo Testamento, reverenciando Jesus como o maior professor de moral de todos os tempos.
De fato, as memoráveis palavras de Jefferson na Declaração de Independência tiveram como base os ensinamentos de Jesus de que toda pessoa é de imensa e igual importância perante Deus, independente de sexo, raça ou status social. O famoso documento diz: “Consideramos estas verdades como evidentes por si mesmas, que todos os homens são criados iguais, dotados pelo Criador de certos direitos inalienáveis…”.
Mas Jefferson não respondeu uma pergunta: Se Jesus afirmou incorretamente ser Deus, ele não poderia ter sido um bom professor de moral. No entanto, Jesus de fato afirmou sua divindade? Antes de observarmos o que Jesus afirmou, precisamos analisar a possibilidade de ele ter sido simplesmente um grande líder religioso.
O globo

JOVENS VÃO A FEIRA PUBLICA DE JAÇANÃ E FAZEM EVANGELISMO ESTRATÉGICO.







Um grupo de Jovens da Igreja Evangélica Congregacional, foram a feira publica de Jaçanã e fizeram um trabalho estrategico de evangelismo. Veja as fotos












Estado Islâmico ameaça de morte pastores presos

 Caso do pastor Saeed Abedini volta a ser notícia
 Estado Islâmico ameaça de morte pastores presos

Com a chegada do aniversário de dois anos de prisão do pastor Saeed Abedini no Irã, o Centro Americano para Lei e Justiça (ACLJ) informa que o pastor enfrenta agora ameaças de morte do Estado Islâmico, grupo terrorista que já ocupa um terço do território da Síria e a parte do Iraque.
A esposa de Abedini, Naghmeh, contou à imprensa que Abedini pode ser morto dentro da cadeia por simpatizantes dos terroristas. O pastor foi preso por causa de sua fé cristã e foi repetidas vezes espancado e torturado para que negasse a Jesus.
Segundo revista Charisma, o conselheiro chefe do ACLJ, afirmou que a vida de Saeed realmente corre risco, bem como outros pastores presos por causa de sua fé no Irã. Há muitos radicais iranianos simpatizantes do EI, que espalha terror entre os cristãos e judeus, ameaçando exterminá-los. Para eles, um muçulmano convertido ao cristianismo é o pior tipo de traidor que existe. Vários deles já foram crucificados e decapitados pelo EI.
Naghmeh voltou a pedir que os cristãos de todo o mundo orem por seu marido e outros cristãos perseguidos. Um evento especial será feito nos EUA dia 26 setembro de 2014, aniversário da prisão de Saeed. Aos 33 anos de idade, ainda tem seis anos de sentença a cumprir. A esposa explica que o pastor atualmente está em uma seção separada dos terroristas, mas que recebeu ameaças e não sai mais de sua cela para ir ao pátio da prisão, por temer um ataque.
De acordo com a Fox, na mesma semana, os dois filhos de Abedini, Jacob e Rebekka, gravaram um vídeo pedindo ao presidente Obama que traga seu pai para casa. “Por que nosso pai precisa estar na prisão só por amar Jesus?”, questiona a filha, enquanto olha fixamente para a câmera.
Em outra cena, as lágrimas rolam no seu rosto quando afirma “Eu não quero que ele perca mais nenhum aniversário ou dia dos pais ou Natal”.
O irmão Jacob diz chorando “Eu oro para que o papai volte logo para casa, mas ele ainda não está em casa.” Quando a mãe pergunta onde dói, ele aponta para o seu coração e diz “Eu sinto muita falta dele”.

Assista: Video

Acompanhe esta matéria trazida por um jornalista do Jornal O Globo. Aos poucos o Evangelho vai entrando no grande Império. confira 1ª parte

Jesus é Deus?

Você já encontrou uma pessoa que é o centro das atenções onde quer que vá? Alguma característica misteriosa e indefinível o distingue de todas as outras pessoas. Pois foi isso que aconteceu dois mil anos atrás com Jesus Cristo. Porém não foi simplesmente a personalidade de Jesus que cativou aqueles que o ouviam. Aqueles que puderem ouvir suas palavras e observar sua vida nos dizem que existia algo em Jesus de Nazaré que era diferente de todas as outras pessoas.

A única credencial de Jesus era ele mesmo. Ele nunca escreveu um livro, comandou um exército, ocupou um cargo político ou teve uma propriedade. Normalmente ele viajava se afastando somente alguns quilômetros do seu vilarejo, atraindo multidões impressionadas com suas palavras provocativas e seus feitos impressionantes.

Ainda assim, a magnitude de Jesus era óbvia para todos aqueles que o viram e ouviram. E enquanto a maioria das grandes personalidades históricas desaparece nos livros, Jesus ainda é o foco de milhares de livros e controvérsias sem paralelos na mídia. Grande parte dessas controvérsias envolvem as afirmações radicais que Jesus fez sobre si mesmo, afirmações que espantaram tanto seus seguidores quanto seus adversários.

Foram principalmente as afirmações únicas de Jesus que fizeram com que ele fosse considerado uma ameaça pelas autoridades romanas e pela hierarquia judaica. Embora fosse um estranho sem credenciais ou força política, em apenas três anos Jesus foi capaz de mudar a história dos mais de 20 séculos seguintes. Outros líderes morais e religiosos influenciaram a história, mas não como o filho de um carpinteiro desconhecido de Nazaré.

Qual era a diferença de Jesus Cristo? Ele era apenas um homem de grande valor ou era algo mais?

Essas perguntas nos levam ao cerne do que Jesus realmente era. Alguns acreditam que ele era simplesmente um grande professor de moral, já outros pensam que ele foi simplesmente o líder da maior religião do mundo. Porém muitos acreditam em algo muito maior. Os cristãos acreditam que Deus nos visitou em forma humana, e acreditam que há evidências que provam isso.

Após analisar com cuidado a vida e as palavras de Jesus, C.S. Lewis, antigo cético e professor de Cambridge, chegou a uma espantosa conclusão, que alterou o rumo de sua vida. Então quem é Jesus de verdade? Muitos dirão que Jesus foi um grande professor de moral. Ao analisarmos mais cuidadosamente a história do homem que causa mais controvérsias em todo o mundo, primeiramente devemos perguntar: será que Jesus foi simplesmente um grande professor de moral?

Jornal O Globo

sábado, 16 de agosto de 2014

Assembleia de Deus em Nova Floresta: Faleceu na noite deste sábado o Irmão Damião.



O Irmão Damião faleceu louvando a Deus. confira informações do Missionário Rusemberg em sua conta do Face

INFORMAÇÕES. ABAIXO

Acabou de partir para Gloria o nosso irmão em Cristo Tiaõ, e o melhor é que ele foi honrado por Deus em sua morte,pois bem morreu no momento em que louvava a Deus na AD Lirio Dos Vales Congregação, no ultimo instante de sua vida aqui na terra deu um Gloria a Deus, suspirou e caiu nos braços do dirigente da congregação irmão Relson Medeiros, Precioso é para o senhor a morte de um justo, um dia encontraremos com este simples homem de Deus na eternidade com o Senhor Jesus.

Sete elementos para uma vida vitoriosa – assista esta pregação e seja abençoado.



Clique aqui e assista este video

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Morre Eduardo Campos; Marina Silva pode ser oficializada candidata

Brasil poderá ter dois evangélicos concorrendo a presidente
Morre Eduardo Campos; Marina Silva pode ser oficializada candidata
O acidente aéreo que vitimou o candidato Eduardo Campos (PSB), 49 anos, na manhã desta quarta-feira (13) pode mudar o quadro da corrida presidencial de 2014. Marina Silva, é vice na chapa, sendo a sucessora natural.
Em terceiro lugar nas pesquisas, com cerca de 9%, Campos procurava associar sua imagem a de Marina, que fez cerca de 20 milhões de votos em 2010. Ela não estava a bordo do avião modelo Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, que vinha do Rio de Janeiro e caiu em Santos.  Segundo as agências de notícias, foram pelo menos cinco mortos. Além do candidato e assessores da campanha, havia dois pilotos a bordo.
De família tradicionalmente envolvida na política, Campos foi governador de Pernambuco. Casado com a economista e auditora do Tribunal de Contas do Estado Renata Campos, deixa cinco filhos: Maria Eduarda, João Henrique, Pedro Henrique, José Henrique e o bebê Miguel.
Marina Silva ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso. Segundo a Folha de São Paulo, ela embarcaria junto no avião que caiu, mas na última hora mudou de ideia e seguiu para outro destino em avião de carreira. Ela está agora em sua casa, ainda em choque, e não deverá se pronunciar nas próximas horas. Vários órgãos de mídia apontam que ela deve ser oficializada, com a escolha de um novo vice. Segundo as regras eleitorais em vigência, a coligação de partidos (PSB, PPS, PHS, PPL, PSL) tem até 10 dias para anunciar quem substituirá Campos.
Professora de História, Missionária da Assembleia de Deus e ex-senadora pelo Acre, Marina saiu do PT, foi para o PV e tentava a regulamentação do seu novo partido, Rede Sustentabilidade. Ao ter o registro negado pelo STF, aliou-se ao PSB de Campos.

Essa relação custou um desgaste a ela.  Durante as primeiras tratativas ocorreu um “bate-boca” entre Marina e um de seus mais antigos aliados, o deputado federal Alfredo Sirkis (PV-RJ). Diante de vários questionamentos sobre a linha do partido Rede Sustentabilidade, que ele a ajudaria a fundar, Sirkis afirmou que havia entre seus quadros “pessoas progressistas, de extrema esquerda e também “evangélicos de direita”.
Ao ouvir isso, Marina rebateu: “Quem é evangélica aqui sou eu. Então sou de direita?” Ou seja, diante dos presentes ficou claro que a ex-senadora não gosta de ser chamada assim.
O historiador Zózimo Trabuco, que está escrevendo uma tese de doutorado na UFRJ com o título: “A expressão política da esperança: Protestantismos, esquerdas e transição democrática.” Seu argumento central é que os evangélicos vivem uma ambiguidade política. “Durante a ditadura e no processo de redemocratização, por serem religiosos, eles eram chamados de burgueses pela esquerda. E, na igreja, eram considerados subversivos por defenderem as esquerdas”, acredita.
Hoje em dia, as pautas mais debatidas pelos políticos evangélicos “de esquerda” mudaram. Atualmente “são defensores das minorias e apoiam a legalização do aborto, o uso de métodos contraceptivos e o casamento gay. Há um grupo de cristãos que participa inclusive da Marcha das Vadias”, aponta Zózimo.
Por outro lado, a ex-senadora Marina Silva tem posturas mais próximas da chamada “bancada evangélica”. Para o historiador, “Há uma certa pressão por verem nela a chance de o Brasil ter um presidente evangélico”. Embora ela sempre tenha militado em movimentos de esquerda, as bases evangélicas que se aproximaram de Marina são conservadoras. Os assuntos mais comentados pela bancada são justamente a descriminalização do aborto e a legalização do casamento gay.
Gospel Prime