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terça-feira, 19 de julho de 2016

MOMENTOS HISTORICO PARA O SEGUIMENTO EVANGELICO NA CIDADE DE JAÇANÃ E REGIÃO.




 Os anos de 2012 e 2013 ficam registrados na história do Município de Jaçanã como os anos que a Comunidade Evangélica liderou grandes marchas pelas ruas da cidade em prol da paz em 2012 e em 2013 o UITC a União das Igrejas Evangelicas do Trairi e Curimatau arrastam uma multidão saindo de Coronel Ezequiel para Cuité na Paraíba. Reviver este momento é chamar a Igreja para um despertamento Espiritual com o objetivo de causar um grande impacto entre as regiões Trairi e Curimatau.





quarta-feira, 6 de julho de 2016

O Anti Cristo - Parte 1


Todo crisatão precisa conhecer estas mensagens ministradas pelo 

Pr Waltenir Porto O Anti Cristo parte 1, é algo vindo de céu.


O DEJEM REALIZOU MAIS UM GRANDE CULTO NESTA SEGUNDA FEIRA DIA 4 DE JULHO



 Num trabalho de rua que já fazem 9 anos o Departamento Jovem de Evangelismo e Missões - DEJEM nunca perdeu a ousadia e determinação de estar nas ruas e zona rural do municipio de Jaçanã, fazendo seu trabalho evangelístico, onde centenas de almas já confessaram a Cristo como senhor e salvador e homens e mulheres foram moldados pelo criador e se tornaram instrumentos nas mãos do Deus Vivo.  O culto desta segunda feira aconteceu na resaidencia do Irmão Davi.


segunda-feira, 4 de julho de 2016

Uma ministração poderosa da parte de Deus Israel, O Relógio de Deus - Pr. Waltenir Porto


Iniciamos uma trajetoria com a finalidade de mostrar para nossos leitores ministrações da palavra de |Deus com o  Pr. Waltenir Porto, ministrações que estarão tratando sobre o Anti-Cristo e os sinais que antecedem a volta de Jesus.

CULTO DE MOCIDADE REALIZADO NESTE DOMINGO NA AD JAÇANÃ





 O culto deste domingo foi realizado pela mocidade e honrosamente recebeu uma caravana de jovens vinda de Serra dos Barandões PB. O preletor da noite foi o Presbitero Daniel Lopes,presidente da mocidade visitante.




MEDITE NESTA REFLEXÃO DE SPURGEON

 “O fato é que muitos gostariam de unir igreja e palco, baralho e oração, danças e ordenanças. Se nos encontramos incapazes de frear essa enxurrada, podemos, ao menos, prevenir os homens quanto à sua existência e suplicar que fujam dela. Quando a antiga fé desaparece e o entusiasmo pelo evangelho é extinto, não é surpresa que as pessoas busquem outras coisas que lhes tragam satisfação. Na falta de pão, se alimentam com cinzas; rejeitando o caminho do Senhor, seguem avidamente pelo caminho da tolice". 

H.CARLOS SPURGEON (1834-1892) - "O PRÍNCIPE DOS PREGADORES" 

sábado, 2 de julho de 2016

CONHEÇA MAIS SOBRE O ARREBATAMENTO DA IGREJA.


Pastor Waltenir Porto, Pastor da Igreja Batista de Umuarama Paraná, uma das autoridades brasileira respeitada no mundo sobre  o assunto Escatologia. Veja esta mensagem e  entenda sobre o arrebatamento da Igreja,

terça-feira, 28 de junho de 2016

ESTER MARIA E ELOÁ SAINDO PARA O CASAMENTO COLETIVO PROMOVIDO PELA ASSEMBLEIA DE DEUS EM JAÇANÃ-RN.

 Na noite deste domingo 26 aconteceu a cerimonia religiosa de 20 casais que haviam se casado civilmente em um evento coletivo onde aconteceram varios casamentos na cidade de Serra de São Bento, neste domingo dia 26 de junho os vinte casais que casaram-se naquela Cerimonia de Serra de São Bento, viveram a cerimonia religiosa neste ultimo domingo na Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Jaçanã, onde o Pastor José Jofe Dantas e sua esposa Missionaria Betanea Dantas celebraram com muito  amor e carinho e estas duas lindas princesas  Ester e Eloá  foram parte deste casamento, histórico.

sábado, 25 de junho de 2016

ASSEMBLEIA DE DEUS EM JAÇANÃ BATISOU CINQUENTA PESSOAS NESTA MANHÃ DE SABADO.





 Na manhã deste sábado 25 de junho o Pastor Jofe pastor da Assembleia de Deus em Jaçanã, realizou 50 batismos, nesta manhã, a grande maioria jovens. Marcaram presença o Pastor Manoel Xavier pastor do Campo Trairi, Pastore Alexandre de Santa Cruz e o corpo de obreiro da AD JAÇANÃ.

















sexta-feira, 24 de junho de 2016

FRASES REFLEXIVAS



“Alguém não envolvido com evangelismo é como um bombeiro que corre para um prédio em chamas apenas para ajeitar o quadro na parede.”

“As escrituras foram dadas não para aumentar nosso conhecimento, mas para mudar nossas vidas.”
“As escrituras foram dadas não para aumentar nosso conhecimento, mas para mudar nossas vidas.”

“Deus lança seus pecados confessados na profundeza dos mares (Mq 7:19) e coloca ali uma placa: ‘Proibido Pescar’.” (Dwight L. Moody)

quinta-feira, 23 de junho de 2016

William Seymour e a Rua Azusa, Avivamento nos EUS.

  |William J. Seymour
Muitas igrejas têm orado para um Pentecoste, e o Pentecoste veio. A pergunta agora é, será que o elas aceitarão? Deus respondeu de uma forma que elas não procuraram. Ele veio de uma forma humilde, como no passado, nascido em uma manjedoura. - The Apostolic Faith, setembro de 1906
Agora só uma palavra relativa ao irmão Seymour, que é o líder do movimento debaixo de Deus. Ele é o homem mais manso que eu já encontrei. Ele caminha e conversa com Deus. O poder dele está na sua fraqueza. Ele parece manter uma dependência desamparada em Deus e é tão simples como uma pequena criança, e ao mesmo tempo ele está tão cheio de Deus que você sente o amor e o poder toda vez que você chegar perto dele. - W H Durham, The Apostolic Faith, fevereiro / marco de 1907
O avivamento da Rua Azusa, na cidade de Los Angeles - EUA, tem marcado profundamente o Cristianismo dos últimos cem anos. Hoje, dos 660 milhões de cristãos protestantes e evangélicos no mundo, 600 milhões pertençam a igrejas que foram diretamente influenciadas pelo avivamento da Rua Azusa (Pentecostais, Carismáticos, Terceira-Onda etc).1
O início do avivamento começou com o ministério do Charles Fox Parham. Em 1898 Parham abriu um ministério, incluindo uma escola Bíblica, na cidade de Topeka, Kansas. Depois de estudar o livro de Atos, os alunos da escola começaram buscar o batismo no Espírito Santo, e, no dia 1° de janeiro de 1901, uma aluna, Agnes Ozman, recebeu o batismo, com a manifestação do dom de falar em línguas estranhas. Nos dias seguintes, outros alunos, e o próprio Parham, também receberam a experiência e falaram em línguas.2
Nesta época, as igrejas Holiness ("Santidade"), descendentes da Igreja Metodista, ensinaram que o batismo no Espírito Santo, a chamada "segunda benção", significava uma santificação, e não uma experiência de capacitação de poder sobrenatural. Os dons do Espírito Santo, tais como falar em línguas estranhas, não fizeram parte da sua teologia do batismo no Espírito. A mensagem do Parham, porém, foi que o batismo no Espírito Santo deve ser acompanhado com o sinal miraculoso de falar em línguas.
Parham, com seu pequeno grupo de alunos e obreiros, começou pregar sobre o batismo no Espírito Santo, e também iniciou um jornal chamado "The Apostolic Faith" (A Fé Apostólica). Em Janeiro de 1906 ele abriu uma outra escola Bíblica na cidade de Houstan, Texas.
Um dos alunos esta escola foi o William Seymour. Nascido em 1870, filho de ex-escravos, Seymour estava pastoreando uma pequena igreja Holiness na cidade, e já estava orando cinco horas por dia para poder receber a plentitude do Espírito Santo na sua vida.
Seymour enfrentou as leis de segregação racial da época para poder freqüentar a escola. Ele não foi autorizado ficar na sala de aula com os alunos brancos, sendo obrigado a assistir as aulas do corredor. Seymour também não pude orar nem receber oração com os outros alunos, e conseqüentemente, não recebeu o batismo no Espírito Santo na escola, mesmo concordando com a mensagem.
Uma pequena congregação Holiness da cidade de Los Angeles ouviu sobre Seymour e o chamou para ministrar na sua igreja. Mas quando ele chegou e pregou sobre o batismo no Espírito Santo e o dom de línguas, Seymour logo foi excluído daquela congregação.
Sozinho na cidade de Los Angeles, sem sustento financeiro nem a passagem para poder voltar para Houston, Seymour foi hospedado por Edward Lee, um membro daquela igreja, e mais tarde, por Richard Asbery. Seymour ficou em oração, aumentando seu tempo diário de oração para sete horas por dia, pedindo que Deus o desse "aquilo que Parham pregou, o verdadeiro Espírito Santo e fogo, com línguas e o amor e o poder de Deus, como os apóstolos tiveram."1
Uma reunião de oração começou na casa da família Asbery, na Rua Bonnie Brae, número 214. O grupo levantou uma oferta para poder trazer Lucy Farrow, amiga de Seymour que já tinha recebido o batismo no Espírito Santo, da cidade de Houston. Quando ela chegou, Farrow orou para Edward Lee, que caiu no chão e começou falar em línguas estranhas.
Naquela mesma noite, 9 de abril de 1906, o poder do Espírito Santo caiu na reunião de oração na Rua Bonnie Brae, e a maioria das pessoas presentes começaram falar em línguas. Jennie Moore, que mais tarde se casou com William Seymour, começou cantar e tocar o piano, apesar de nunca tiver aprendido a tocar.
A partir dessa noite, a casa na Rua Bonnie ficou lotado com pessoas buscando o batismo no Espírito Santo. Dentro de poucos dias, o próprio Seymour também recebeu o batismo e o dom de línguas.
Uma testemunha das reuniões na Rua Bonnie Brae disse:
Eles gritaram durante três dias e três noites. Era Páscoa. As pessoas vieram de todos os lugares. No dia seguinte foi impossível chegar perto da casa. Quando as pessoas entraram, elas caiaram debaixo do poder de Deus; e a cidade inteira foi tocada. Eles gritaram lá até as fundações da casa cederam, mas ninguém foi ferido. Durante esses três dias havia muitas pessoas que receberam o batismo. Os doentes foram curados e os pecadores foram salvos assim que eles entraram.1

Rua Azusa, 312
Sabendo que a casa na Rua Bonnie Brae estava ficando pequena demais para as multidões, Seymour e os outros procuravam um lugar para se reunir. Eles acharam um prédio, na Rua Azusa, número 312, que tinha sido uma igreja Metodista Episcopal mas, depois de ser danificado num incêndio, foi utilizado como estábulo e depósito. Depois de tirar os escombros, e construir um púlpito de duas caixas de madeira e bancos de tábuas, o primeiro culto foi realizado na Rua Azusa no dia 14 de abril de 1906.
Muitos cristãos na cidade de Los Angeles e cidades vizinhas já estavam esperando por um avivamento. Frank Bartleman e outros estiveram pregando e intercedendo por um avivamento como aquilo que Deus estava derramando sobre o país de Gales.
Num folheto escrito em novembro de 1905, Barteman escreveu:
A correnteza do avivamento está passando pela nossa porta... O espírito de avivamento está chegando, dirigido pelo sopro de Deus, o Espírito Santo. As nuvens estão se juntando rapidamente, carregadas com uma poderosa chuva, cuja precipitação demorará apenas um pouco mais.
Heróis se levantarão da poeira da obscuridade e das circunstâncias desprezadas, cujos nomes serão escritos nas páginas eternas da fama Celestial. O Espírito está pairando novamente sobre a nossa terra, como no amanhecer da criação, e o decreto de Deus saía: "Haja luz"...
Mais uma vez o vento do avivamento está soprando ao redor do mundo. Quem está disposto a pagar o preço e responder ao chamado para que, em nosso tempo, nós possamos viver dias de visitação Divina?3
O pastor da Primeira Igreja Batista, Joseph Smale, visitou o avivamento em Gales, e reuniões de avivamento continuavam para alguns meses na sua igreja, até que ele foi demitido pela liderança. Bartleman escreveu e recebeu cartas de Evan Roberts, o líder do avivamento de Gales. Mas o avivamento começou com o pequeno grupo de oração dirigido por Seymour. Depois de visitar a reunião na Rua Bonnie Brae, Bartleman escreveu:
Havia um espírito geral de humildade manifesto na reunião. Eles estavam apaixonados por Deus. Evidentemente o Senhor tinha achado a pequena companhia, ao lado de fora como sempre, através de quem Ele poderia operar. Não havia uma missão no país onde isso poderia ser feito. Todas estavam nas mãos de homens. O Espírito não pôde operar. Outros mais pretensiosos tinham falhados. Aquilo que é estimado por homem foi passado mais uma vez e o Espírito nasceu novamente num "estábulo" humilde, por fora dos estabelecimentos eclesiásticos como sempre.3
Interesse nas reuniões na Rua Azusa aumentou depois do terrível terremoto do dia 18 de abril, que destruiu a cidade vizinha de San Francisco. Duras críticas das reuniões nos jornais da cidade também ajudavam a espalhar a noticia do avivamento.
Como no avivamento de Gales, as reuniões não foram dirigidas de acordo com uma programação, mas foram compostos de orações, testemunhos e cânticos espontâneos. No jornal da missão, também chamado "The Apostolic Faith", temos a seguinte descrição dos cultos:
"As reuniões foram transferidas para a Rua Azusa, e desde então as multidões estão vindo. As reuniões começam por volta das 10 horas da manhã, e mal conseguem terminar antes das 20 ou 22 horas, e às vezes vão até às 2 ou 3 horas da madrugada, porque muitos estão buscando e outros estão caídos no poder de Deus. As pessoas estão buscando no altar três vezes por dia, e fileiras e mais fileiras de cadeiras precisam ser esvaziadas e ocupadas com os que estão buscando. Não podemos dizer quantas pessoas têm sido salvas, e santificadas, e batizadas com o Espírito Santo, e curadas de todos os tipos de enfermidade. Muitos estão falando em novas línguas e alguns estão indo para campos missionários com o dom de línguas. Estamos buscando mais do poder de Deus."4
Frank Bartleman também escreveu sobre os cultos na Rua Azusa:
O irmão Seymour normalmente se sentou atrás de duas caixas de sapato vazias, uma em cima da outra. Ele acostumava manter sua cabeça dentro da caixa de cima durante a reunião, em oração. Não havia nenhum orgulho lá. Os cultos continuavam quase sem parar. Almas sedentas poderiam ser encontradas debaixo do poder quase qualquer hora, da noite ou do dia. O lugar nunca estava fechado nem vazio. As pessoas vieram para conhecer Deus. Ele sempre estava lá. Conseqüentemente, foi uma reunião contínua. A reunião não dependeu do líder humano. Naquele velho prédio, com suas vigas baixas e chão de barro, Deus despedaçou homens e mulheres fortes, e os juntou novamente, para a Sua glória. Era um processo tremendo de revisão. O orgulho e a auto-asserção, o ego e a auto-estima, não podiam sobreviver lá. O ego religioso pregou seu próprio sermão funerário rapidamente.
Nenhum assunto ou sermão foi anunciado de antemão, e não houve nenhum pregador especial por tal hora. Ninguém soube o que poderia acontecer, o que Deus faria. Tudo foi espontâneo, ordenado pelo Espírito. Nós quisemos ouvir de Deus, através de qualquer um que Ele poderia usar para falar. Nós tivemos nenhum "respeito das pessoas." O rico e educado foi igual ao pobre e ignorante, e encontrou uma morte muito mais difícil para morrer. Nós reconhecemos somente a Deus. Todos foram iguais. Nenhuma carne poderia se gloriar na presença dele. Ele não pôde usar o opiniático. Essas foram reuniões do Espírito Santo, conduzidas por Deus. Teve que começar num ambiente pobre, para manter o elemento egoísta, humano, ao lado de fora. Todos entraram juntos em humildade, aos pés dele.3
Notícias sobre as reuniões na Rua Azusa começaram a se espalhar, e multidões vierem para poder experimentar aquilo que estava acontecendo. Além daqueles que vierem dos Estados Unidos e da Canadá, missionários em outros países ouvirem sobre o avivamento e visitavam a humilde missão. A mensagem, e a experiência, "Pentecostal" foi levada para as nações. Novas missões e igrejas Pentecostais foram estabelecidas, e algumas denominações Holiness se tornaram igrejas Pentecostais. Em apenas dois anos, o movimento foi estabelecido em 50 nações e em todas as cidades nos Estados Unidos com mais de três mil habitantes.5
A influência da missão da Rua Azusa começou a diminuir à medida que outras missões e igrejas abraçaram a mensagem e a experiência do batismo do Espírito Santo. Uma visita de Charles Parham à missão, em outubro de 1906, resultou em divisão e o estabelecimento de uma missão rival. Parham não se conformava com a integração racial do movimento, e criticou as manifestações que ele viu nas reuniões.
Em setembro de 1906 a Missão da Rua Azusa lançou o jornal "The Apostolic Faith", que foi muito usado para espalhar a mensagem Pentecostal, e continuou até maio de 1908, quando a mala direta do jornal foi indevidamente transferida para a cidade de Portland, assim efetivamente isolando a missão de seus mantenedores.
O avivamento da Rua Azusa durou apenas três anos, mas foi instrumental na criação do movimento Pentecostal, que é o maior segmento da igreja evangélica hoje. William H. Durham recebeu seu batismo no Espírito Santo em Azusa, formando missionários na sua igreja em Chicago, como E. N. Bell (fundador da Assembleia de Deus dos EUA), Daniel Burg (fundador da Assembleia de Deus no Brasil) e Luigi Francescon (fundador da Congregação Cristã no Brasil).6

Pr Paul David Cull
www.avivamentoja.com

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Líderes cristãos começam a ser perseguidos

Na Argentina, moradores e autoridades locais parecem estar determinados a sabotar o trabalho da igreja; a situação não é diferente em países como o México e Colômbia
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A hostilidade que a igreja argentina vem experimentando tem atingido um nível ainda maior, em relação às últimas notícias dadas sobre o país. Embora os cidadãos sejam livres para escolher uma religião, o estado de Córdova criou uma lei polêmica que tem sido usada abusivamente a organizações religiosas, de acordo com a matéria Nova lei abre brecha à perseguição religiosa. Sabe-se que o motivo pelo qual o pastor (citado na matéria) vem sendo perseguido é, principalmente, pelo fato de ele ser um líder ativo na obra de Deus, que além de evangelizar, preocupa-se com trabalhos sociais.
Moradores e autoridades locais parecem estar determinados a sabotar o trabalho do líder e de sua igreja. A situação não é diferente em países como o México (40º país na Classificação da Perseguição Religiosa) e Colômbia (46º), onde as maiores ameaças vêm do crime organizado. A igreja parece estar sempre no caminho dos traficantes. O motivo da perseguição não é necessariamente uma questão de crença ou uma luta contra o cristianismo em si, mas uma forma de evitar que os cristãos atrapalhem o crescimento do tráfico de drogas no país.

Funcionários do governo argentino, ligados à corrupção, têm deturpado a imagem do cristianismo, chamando-o de "seita". Na Colômbia, há notícias de que crianças foram recrutadas para guerrilhas e os cristãos, que são os mais vulneráveis às hostilidades, são vistos como uma ameaça para o poder dos líderes locais que, normalmente, seguem as tradições religiosas de seus ancestrais. No México, que é considerado um dos lugares mais violentos do mundo (9º entre os 132 analisados), a resistência à evangelização tem inspirado vários incidentes e os novos convertidos são expulsos de suas aldeias por praticarem uma nova fé. Em suas orações, interceda por essas nações.

Missões Portas Abertas

Malafaia: mídia tenta denegrir evangélicos distorcendo informações do atentado de Orlando; Veja

O pastor Silas Malafaia comentou as insinuações feitas por ativistas gays – incluindo o deputado federal Jean Wyllys – e repercutidas pela imprensa brasileira sobre a tragédia de Orlando, Flórida (EUA), onde 50 pessoas perderam a vida nas mãos de um extremista muçulmano.
No ensejo da repercussão do atentado, comparou-se o extremismo islâmico à postura evangélica, o que foi prontamente rebatido por líderes cristãos, incluindo o pastor Marco Feliciano (PSC-SP).
Em um vídeo publicado em seu canal no YouTube, Malafaia classificou o episódio como “uma barbárie”, e destacou os depoimentos colhidos pela imprensa norte-americana, que dão conta de que o atirador Omar Mateen “era frequentador assíduo da boate gay, e segundo a sua ex-mulher [tinha] tendências homossexuais”.
O pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) questionou “a quem interessa denegrir os evangélicos aqui no Brasil?”, de forma retórica, e apontou parte da imprensa nacional como interessada.
“Usar uma barbárie para incitar ódio a um segmento da sociedade, que são os evangélicos, de mais de 50 milhões de pessoas que têm contribuído para o bem-estar da nação? Sabe quem são? Uma minoria de jornalistas esquerdopatas por ideologia. Porque esses jornalistas – essa minoria, não é toda a imprensa – querem nos denegrir porque nós somos uma muralha contra a libertinagem, a safadeza que eles pregam. Nós somos contra a liberação de drogas, nós somos contra a ideologia de gênero que erotiza crianças, nós somos contra casamento gay, nós somos contra aborto. Isso pertence à agenda da esquerda. E alguns jornalistas esquerdopatas querem nos denegrir utilizando a coisa mais horrorosa, um ato bárbaro daqueles – que é para ser reprovado por todos, porque não depende de religião; não depende se é hetero ou homo -, e os caras querem usar isso para nos denegrir?”, criticou.
Malafaia rebateu as insinuações de que os evangélicos são extremistas em potencial que estariam à beira de adotar posturas semelhantes às dos radicais islâmicos: “Eu faço uma pergunta à sociedade: em que lugar do mundo tem uma milícia cristã que comete assassinatos? Qual é o exército gospel que manda matar pessoas que são contra nossos princípios? O modelo do ocidente é o modelo judaico-cristão. Direitos humanos, direito à vida, é aqui. No ocidente, o indivíduo é livre para ser gay, e nem nós estamos aqui para impedir porque nem Deus impede. Mas isso não significa que nós não possamos criticar. Seja um comportamento sexual ou seja um comportamento religioso. Que papo é esse, que por você fazer crítica a um comportamento você está gerando homofobia? Opinião não é homofobia. E opinião não é crime. Homofobia é matar. Dizer que nós, pela nossa postura, de denunciar que homossexualismo é pecado, estamos promovendo a violência contra eles? Então, vocês também têm que ter coragem, deixar de ser covardes. Digam que as televisões que exibem milhares de filmes violentos, de imoralidade, até de estupro, contribuem para isso. Porque vocês não dizem?”, questionou.
Malafaia usou a realidade nos países do Oriente Médio e as doutrinas extremas pregadas pelo islamismo – e que são consenso entre muçulmanos moderados e radicais – de proibição à prática homossexual e outras questões ligadas ao ocidente, para confrontar as ideias defendidas pela parcela esquerdista da imprensa.
“Tenho que ser honesto. Na hora de criticar, eu critico. O jornal O Globo fez uma reportagem corajosa e isenta sobre o que as nações islâmicas e o talibã fazem com os homossexuais. Quando é que nós promovemos a morte de alguém? Pelo contrário, senhores. Ano passado, mais de 115 mil cristãos foram assassinados e esses jornalistas esquerdopatas [ficaram] de boquinha calada. Nunca falaram nada. Até charge para nos denegrir [fizeram]… [também não falam sobre] o movimento gay, quando é contra os evangélicos, ou católicos… Até em frente à igreja católica [os ativistas gays] colocaram crucifixo no ânus. Mulheres colocaram imagens de santos da Igreja Católica na vagina, e ninguém fala nada. Manda eles fazerem isso em frente uma mesquita. Porque fazem conosco? Porque sabem que nós vamos tolerar”, pontuou.
“Nós não estamos aqui para promover morte de ninguém. É a coisa mais nojenta incitar o ódio contra uma comunidade pacífica, que são os evangélicos no Brasil, que têm contribuído para o bem-estar dessa nação. O jogo é ideológico e político. Estão com medo do nosso crescimento. Mas quero dizer que vocês não vão nos parar, não. E eu não vou me calar. Eu não estou aqui culpando a imprensa de maneira geral. Eu estou dizendo bem claro, de maneira pontual: uma minoria de jornalistas e colunistas ideologicamente de esquerda, querem nos denegrir. Cambada de bandidos inescrupulosos. Vocês não merecem ser jornalistas, porque vocês são parciais”, acrescentou.
Por fim, expôs um fato que a imprensa – como um todo – costumeiramente omite: “Agora eu vou dizer uma verdade. Sabe esses crimes de homofobia? A metade deles acontecem por briga de amor entre eles. E é colocado como se fosse homofóbico […] Lembra do cara de Goiás, que foi assassinado, que a imprensa falou que era homofobia? Foi o parceiro. Lembra do rapaz em São Paulo? Disseram que jogaram ele do viaduto. Ele que se matou. E nós não estamos aqui para tripudiar sobre isso não”.